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terça-feira, 31 de julho de 2007

Muitas vezes passamos por processos doloridos, principalmente quando esses processos dizem respeito à provações materiais. Às vezes até somos tentados a murmurar, ou duvidar da vontade de Deus de nos abençoar.

Porém, a Palavra de Deus sempre fiel e verdadeira nos garante que Ele está conosco em todos os momentos, mesmo quando parecemos perdidos ou sozinhos. Deus nos fala das maneiras mais diversas, e às vezes até estranhas, mas sempre diz: ‘Não temas, pois estou contigo. ’

Vejamos essa linda passagem:

Levantou-se, pois, e foi para Sarepta. Chegando ele à porta da cidade, eis que estava ali uma mulher viúva apanhando lenha; ele a chamou e lhe disse: Traze-me, peço-te, num vaso um pouco d'água, para eu beber.

Quando ela ia buscá-la, ele a chamou e lhe disse: Traze-me também um bocado de pão contigo.

Ela, porém, respondeu: Vive o Senhor teu Deus, que não tenho nem um bolo, senão somente um punhado de farinha na vasilha, e um pouco de azeite na botija; e eis que estou apanhando uns dois gravetos, para ir prepará-lo para mim e para meu filho, a fim de que o comamos, e morramos.

Ao que lhe disse Elias: Não temas; vai, faze como disseste; porém, faze disso primeiro para mim um bolo pequeno, e traze-mo aqui; depois o farás para ti e para teu filho.

Pois assim diz o Senhor Deus de Israel: A farinha da vasilha não se acabará, e o azeite da botija não faltará, até o dia em que o Senhor dê chuva sobre a terra.

Ela foi e fez conforme a palavra de Elias; e assim comeram, ele, e ela e a sua casa, durante muitos dias.

I Rs 17.10-15

Vamos analisar algumas coisas interessantes nessa passagem:

1. A mulher era viúva, o que significa que era uma pessoa desamparada emocionalmente e materialmente.

2. Deus (Representado pela figura do profeta Elias) não olhou para a condição dela, mas pediu a ela o que podemos figurar como oferta.

3. Mesmo ela tendo dito sua condição ao profeta, este insistiu para que ela fizesse primeiro para ele.

4. Ela obedeceu, e foi muito abençoada.

Agora, deixe-me te fazer uma pergunta: se o profeta não tivesse surgido, ou se ela não tivesse feito o que ele mandou, ela teria morrido ou não?

Muitas vezes somos tentados a questionar o que Deus nos pede. Alegamos que não temos, não podemos, que Deus entende e até conhece nosso coração. Será que não seria melhor fazermos como a viúva?

Ao aceitarmos o desafio do Senhor, estamos nos colocando totalmente na dependência e responsabilidade dEle, mas ao fazermos do nosso jeito, estamos por nossa conta. Se somos tão bons assim, como é então que chegamos a esse ponto de dificuldade?

Não será melhor confiar naquele que é fiel para nos abençoar, mesmo quando somos infiéis com Ele?

Deus abençoe.

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